Déborah Corsino

Déborah Corsino

O ano mal começou e as metas ainda estão em aberto para quem sabe dobra-las até junho.

Há aqueles que estipularam a quantidade de livros, aqueles que decidiram a quantidade de filmes, já para aqueles que optaram por assistir uma maior quantidade de séries, e estão em busca das fenomenais, dispostos a devoradas em um final de semana só, aí vai uma dica:

O nome é conhecido mas a temática é nova. Sim, Jim Carrey, após anos sem aparecer nas telinhas, telonas ou em quaisquer polegadas pelo mundo, voltou.

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Kidding, cômica, doce, caminhando pelo viés do sentimentalismo, do ressentimento, buscando na temática infantil tratar de assuntos bem adultos.

Com episódios de não mais que 33 minutos, a série conta a história de Mrs. Jeff Pickles, apresentador de um show infantil americano, que vive o drama da perda de um dos filhos.

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Cercado de personagens criados em fantoches, por sua irmã Didi e sempre representando sentimentos e situações humanas. O apresentador ainda sofre a pressão por parte de seu pai e também produtor, Sebastian.

Jeff é aclamado pelas crianças do mundo todo, não fosse sua auto-sabotagem ocasionada pela depressão tal qual está submetido. A morte do filho, Phill, a separação de sua esposa, e a relação perturbadora de uma família nada convencional, fazem parte do enredo que prende o espectador do início ao fim. Cômico e trágico.

Kidding Jim Carrey

Criado por Dave Holstein, e dirigido por Michel Gondry o mesmo de “Um brilho eterno de uma mente sem lembrança”, o show também conta com Jim Carrey como um de seus produtores.

A série que é de 2018, tinha data certa para a estreia de sua 2ª temporada, 3 de novembro de 2019, porém para nossa infelicidade e frustração, a nova temporada de Kidding só entrará no ar no dia 9 de fevereiro, devido à um conflito de calendário por parte da produtora.

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Fato é que estamos ansiosos para assistir aos novos episódios, já que nomes famosos foram confirmados para participações especial ao lado de Carrey, Ariana Grande é um deles. E contou em uma de suas redes sociais como é mágico trabalhar e passar um tempo do lado de seu ídolo.

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Bom, como nós meros mortais ainda teremos que esperar até fevereiro, fica fácil assistir um por dia e ir matando a saudade até o dia 9, hein!?

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Vamos partir do pressuposto, que você, assim como nós, tenha, há poucos dias, assistido a um dos filmes mais icônicos e emblemáticos de um dos mais famosos escritores de histórias de terror. Sim, Estamos falando de Stephen King o filme, eu imagino que você já saiba. O quê?

Não! Não, estamos falando de Doutor Sono, não ainda. Estamos falando de O Iluminado. Terror que marcou o ano de 1980, estrelado por Jack Nicholson. Isso mesmo... gêmeas apavorantes, machado macabro, hotel assustador e o principal, Dan Torrance (Danny Lloyd) e seu amigo “imaginário” Tony. Deu pra lembrar-se de tudo?

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Onde nós queremos chegar com isso? Bom, um filme entrou recentemente em cartaz, e junto com ele, mesmo que quase 40 décadas depois, tudo o que assombrou as salas de cinema em O Iluminado também voltou. Por isso, se você ainda não reviu o clássico, faça como a gente, e depois corra para o cinema mais próximo.

Doutor Sono, longa dirigido por Mike Flanagan, (guarde esse nome) trouxe olhos, ouvidos e alma para a adaptação do livro de King. Mesmo que sem pretensão, Mike, conseguiu recolocar a pulguinha atrás da orelha. “E se realmente existirem iluminados pelo mundo?”

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Narrativa por Narrativa

Enfim, vamos ao filme, Danny Torrence (Ewan McGregor). O garotinho  esperto, cujo o prazer era andar de triciclo pelos corredores do macabro Hotel Overlook, cresceu. Ainda atormentado pelas diversas inquietações de sua iluminação, Dan encontrou um refúgio para suas amarguras de vida, o álcool

 

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No ápice de sua agonia, o rapaz decide começar uma nova vida em outra cidade. Arriscando em tentar algo digno e normal. Mas como em todo bom filme de terror, as anormalidade começaram a contrapor a perspectiva de Dan.

Ainda que lhe não fosse novidade, e já tivesse tomado ciência da existência de outros iluminados pelo mundo, o protagonista que por vezes tenta abdicar-se de seus poderes, se depara com Abra Stone (Kyliegh Curran). Garotinha, que está por descobrir sua iluminação, mas também os benefícios e malefícios que se seguiriam ao longo do filme.

Assim como Abra, Dan e inúmeros outros iluminados pelo mundo, cada um com sua peculiaridade e sua intensidade de luz, a trama ainda conta com o grupo de caçadores de almas iluminadas O Verdadeiro Nó. Tendo a sedultora Rose (Rebecca Ferguson) como líder do bando, que utiliza do “vapor” de seus semelhantes para sobrevir seus corpos e vitalidades eternas.

 

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O enlace de todos os personagens se dá após o cruel assassinato de Bradley, garoto também iluminado, que determina a junção e o artificio de perseguição dado ao filme.

Diferente, mas não ruim

O enredo do filme é bastante diferente de "O Iluminado" em todos os aspectos, desde cenários, quantidade de personagem, abordagem, e gênero. Isso é o que torna o trabalho de Mike Flanagan mais admirável.

O jovem diretor consegue homenagear um clássico, respeitar, e ainda incorporar certas características à sua obra.

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(Agora vem spoiler)

Assim que Danny tem a ideia de levar os caçadores até o antigo e abandonado Overlook, as refilmagens do clássico de Kubrick são nostálgicas e da mesma grandeza. A trilha sonora é o primeiro sinal de que estamos indo fazer uma "viagem no tempo".

Para não falar mais que isso. Vejam, e digam por si só. As partes do Hotel prestam uma homenagem digníssima ao primeiro filme. A escolha dos intérpretes também foi muito bem feita, e ressaltou as atuações dos antigos atores, como Jack Nicholson.

No mais, obrigado King, obrigado Flanagan.

Ozzy Osbourne, o famoso príncipe das trevas, comedor de morcegos e percursor do heavy metal. Minha história com o inglês é recente, ou talvez não. Sempre ouvi muito as canções dele, mas sem ter noção de quem era.

O Casal Cultural entrevistou na última semana o músico e compositor, Raimundo Fagner. 

13 de Julho talvez seja o dia mais importante da história do mundo, né!? Ah, colé! Vai dizer que o rock’n’ roll não mudou gerações e transformou o universo?

Mãos chifradas, símbolo do rock, cifres do rock, moloik. É tanto nome e tanta variação que a gente fica até meio perdido. A não ser quando a música toma conta dos nossos corpos e a única forma de transcender é batendo a cabeça, fechando a mão e pondo os dedos para cima. Se é que você me entende.

Que as bandas estrangeiras exercem grande influência nas nacionais é meio obvio, né?! Como não tentar seguir os passos de bandas como Led Zeppellin, The Beatles, Deep Purple, Stones ou Bob Dylan? O próprioRaul Seixas, teve influências do cantor, excêntrico, norte americano. Afinal, aquilo que é fantástico deve ser explorado.

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