A gente tava lá: Guilherme Arantes

By Maio 11, 2018

Guilherme Arantes faz show nostálgico em Contagem sem abrir mão de algumas músicas novas. De maneira intimista- apenas ele e o teclado- matou a saudade de muita gente que estava no Carretão Trevo

 

O artista é um velho conhecido do público de BH e região, ou melhor, de todo o Brasil. Com mais de 40 anos de carreira, o cantor é um dos artistas que mais emplacou sucessos, inclusive em forma de trilhas sonoras denovelas globais.

Sucesso

Apesar do seu auge ter sido na década de 1980, Guilherme Arantescontinuou fazendo novos sucessos até hoje, apenas com a ressalva de ter um hiato maior de um álbum para outro nessa fase da carreira. Porém oúltimo disco do cantor foi lançado no ano anterior, intitulado, Flores e Cores.

E foi no clima de lançamento recente, que Arantes iniciou seu espetáculo. A apresentação foi iniciada perto das 23hrs. Quase todas as mesas estavam ocupadas. A comida e bebida era inclusa no preço do ingresso. 

Esquentando...

Pouco antes de subir ao palco, Guilherme Arantes recebeu a imprensa por cerca de 20 minutos. Após o encontro, chegou ao seu posto para apresentação de maneira que poucas pessoas repararam, e no susto ele já estava ao microfone.

Com um breve agradecimento, e um pequeno discurso de boas vindas, deu inicio a apresentação. As duas primeiras canções foram do disco de 2017. Apesar de algumas pessoas olharem maravilhadas para o cantor, só os fãs mais ferrenhos cantavam junto com seu ídolo.

Bom de prosa

Na terceira canção performada começou a "sessão nostalgia". Ao som de "Êxtase", o músico de 64 anos conseguiu reunir quase todas as vozes do local para cantarem juntas.

Daí por diante, dá- lhe clássicos. Uma a uma, as composições que embalaram as noites dos fãs anos atrás, foram sendo executadas. De uma maneira mais balada, mais suave, condizente com o local e para um show com mesas.

Entre as canções, no intervalo de uma para a outra, Guilherme batia um longo papo. Quase sempre explicava o motivo da canção, para quem foi feita, de onde surgiu, quais as inspirações ou coisa parecida.

Novelas

Quando as músicas vinham de trilhas sonoras globais, o artista explicava até mesmo o enredo e citava os personagens principais. Exatamente como tocou "Raça de Heróis", canção tema da telenovela, Que Rei sou Eu? de 1989.

Momento de pé

E nesse embalo o show se seguiu. Um show de luzes sempre ficava em cima do palco, alternando dentre várias  cores, e algumas flores apreciam por detrás de Arantes. E foi com as luzes azuis que o cantor cantor contou a história de "Planeta Água", um dos maiores hits de sua carreira. E contou sobre a grande influência do Clube da Esquina nessa composição.

A partir disso o espetáculo ficou mais animado. Com batidas mais "pra cima", e acabando com a vertente de calmaria que reinava no show, o público ficou de pé. Afinal, também já estavam fartos de buffet. "Cheia de Charme" inflamou todos.

Gran Finale!

Depois de mais alguns dois maiores hits da carreira, Guilherme veio com "Balão Azul", que ficou famosa com A Turma do Balão Mágico. Em nossa opinião, o ápice do show. E essa já estava inclusa no bis.

Ao se despedir, Guilherme foi descendo as escadas, quando assistiu o público o ovacionou pedindo "mais uma, mais uma". Antes mesmo de descer todos os degraus, ele voltou, e trouxe mais uma vez, para fechar a noite -como ele mesmo disse- "Cheia de Charme".

Com simpatia, e muita atenção o eterno, Guilherme Arantes fechou mais um show em sua carreira.

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