Conexão BH Cover Led Zepagain

By Julho 13, 2018

O próprio nome da banda brinca com a verdade que busca contar: Uma das maiores bandas da história está na ativa "de novo".

Ontem, no Mercado Distrital do Cruzeiro, fomos surpreendidos com os americanos que se vestiam e se assemelhavam com, Plant, Page, John Paul Jones, e Johnn Bonham.

Os anos 1970 estavam de volta, as pessoas só estavam mais velhas, os músicos possuem idade bem aproximada dos verdadeiros integrantes britânicos.

Pré Dia mundial do Rock

O evento começou e o tributo ao Led foi a terceira atração. Não chegamos em tempo de acompanhar a primeira banda, porém tivemos a sorte de acompanhar uma das bandas autorais da noite, Daparte. (Achamos justo fazer um post especificamente para a banda,)

Voltando aos britânicos, ou melhor, aos americanos... Ao mesmo tempo em que aconteciam os espetáculos, as vendas de chopps Wäls e cervejas da Budweiser, eram vendidas também as relíquias da música, discos de vinil.

Preciso evidenciar essa parte, não consigo deixar o meu fanatismo de lado. No dia em específico estavam expostos apenas os discos de rock internacional clássico, isso para combinar com o som e ao que poucos instantes seria o dia Mundial do Rock.

Eram eles ou não?

Os músicos, quando subiram ao palco - que tinha uma proximidade com o público - não foram de muitas palavras entre as duas primeiras músicas. Tinham entrado em serviço, encarnado o Zeppelin.

A partir da terceira canção os artistas mostraram se carismáticos, apesar de apenas o vocalista falar durante o show. Os outros integrantes, embora não dissessem uma só palavra, não tiravam o sorriso do rosto e gestos de agradecimento.

 
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4/4

O vocalista, por outro lado, falava bastante com o público, inclusive leu um pequeno discurso feito por alguém da plateia para que soasse como Robert Plant falando com os fãs, fazendo até referência à copa do mundo.

Nos trejeitos o vocalista era idêntico ao Plant dos anos 1970/1980, na aparência, bem similar. O guitarrista era o Jimy Page de barba, com o mesmo jeito místico. O baterista, fantasiado de Laranja Mecânica, fazia jus ao difícil papel de John Bonham na bateria, o momento mágico foi ao performar Moby Dick. No baixo tínhamos um John Paul Jones com o dobro do tamanho e sempre com um sorrisinho no rosto, mais parecido com um James Hatfield. Porém, perfeito em seu instrumento.

Perfeição espelhada

Se o som era idêntico ao Led, os fãs puderem ver canções e coisas que seriam difíceis de se ver em um show do Zeppelin, como, em Whole Lotta Love, tocar outros clássicos durante o solo, e voltar para a canção de forma perfeita.

Os fãs que começaram tímidos, ao final do show, devido ao entusiasmo ou a mais doses de cerveja, estavam altos, cantando todas as músicas juntos, e dançando grudados.

Só sei que, se a banda voltar à capital de Minas, quem gosta da banda, vai encontrar um tributo perfeito. Com certeza foi uma noite perfeito para se comemorar o Dia Mundial do Rock.

 

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